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Este foi o primeiro objeto Multidirigível. Realizamos uma ação performática na Aldeia Maracanã em apoio a ocupação dos índios no imóvel que havia sido Museu do Índio e estava abandonado. Ocupação como arquitetura social. As cores verde e amarelas foram baseadas nas cores dos periquitos maracajás, pássaros extintos que deram o nome a tribo que ali habitava que nomeou também o estádio de futebol e ao bairro. A ação tinha como objetivo apoiar os índios na manutenção da arquitetura para transformar o prédio na primeira universidade indígena. Este trabalho foi feito com a colaboração dos artistas Aimberê Cesar, Fernanda Junqueira, Maurição Antoum, Rodrigo Cardoso, Simone do Vale, Hileana Menezes, Solange Padilha e Suely Farhi. Trabalhar com arquitetura no espaço e no tempo também inclui apoiar movimentos espontâneos e para descobrir uma nova linguagem.

ALDEIA MARACANÃ

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Suely Farhi explora a intersecção entre palavra e espaço, criando obras que transformam objetos em escritas e vice-versa, ativando o sentido da linguagem no ambiente. Sua pesquisa busca resgatar palavras desgastadas, dando-lhes nova vida e profundidade, refletindo sobre a relação entre linguagem e experiência espacial.

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